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 Aella - O Resgate da Armadura

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Aiolia

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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qua Abr 27, 2016 12:22 am

Angie chama a atenção de Aella. Ela estava perdendo a atenção da luta, colocando as duas em perigo devido a uma louca alucinação. Realmente não era hora para perder o foco. Aella estava diante de um poderoso Espectro, e mais uma vez se mostra mais rápida do que seu inimigo.

Aella tenta agarrar: Força 3 + Habilidade 5 + 1D (1) = FA 9
Stavro tenta se defender: Armadura + Habilidade + 1D = FD 8

Stavro resiste bastante, e quase escapa mais uma vez aos dedos da Amazona, porém, Aella consegue dessa vez agarrar-se as frestas da Surplice de seu inimigo, mantendo-o preso a si. Assim, ela começa a queimar o seu cosmo, fazendo com que as chamas se elevem ao redor de seu corpo, queimando o inimigo.

Aella usa Ataque Especial Preciso (Queda Infernal): Fogo 3 x4 + Habilidade 5 + 1D (3) = FA 20
Stavro: Armadura + 1D = FD 8

A Amazona e o Espectro são lançados ao céu quase noturno do Japão, transformando-se em um cometa incandescente a iluminar a escuridão prematura. Os dois sobem impulsionados pelas chamas da guerreira, e quando descem, é com o dobro do impacto. Aella solta seu inimigo poucos metros antes do chão, caindo com uma facilidade felina. Enquanto isso, Stavro cai de cabeça sobre o solo rígido, e seu sangue começa a escorrer pela sua testa, manchando todo o seu rosto.


Iniciativa:

1° Stavro: Habilidade + 1D = 8
1° Aella: Habilidade 5 + 1D (2) +1 = 8


- Você me pagar por isso, garoto. Ninguém jamais feriu o grande Stavro desse jeito! – Urra o inimigo, realmente furioso.

Stavro salta para cima de Aella, tentando afundar a Amazona com seu poderoso punho.  



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Art08

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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qui Abr 28, 2016 6:26 pm

Finalmente  eu havia conseguido atingi-lo, o sangue em seu rosto diz que essa não era mais uma alucinação penso eu.

Nessa hora ele se levanta, se da conta dos danos que sofreu e diz que eu ia pagar, mas percebo que ele me chamou de garoto, sei que foi apenas um erro de momento dele, mas Angie pra variar não pode perder a chance de comentar e confirma que não ouvi coisas ao dizer em minha mente:

-Eu falei mana, coloca um decote nessa armadura se não com essa postura iam pensar que você era um cara, só falta ele te chamar pra um chopp depois dessa luta..

Olho pro alvo e penso, acho que eu não era a unica vendo coisa onde não tinha. de qualquer forma ele me lembrou de seculos atras quando eu usava cabelo curto e saia usando roupas de homem e comprando briga em bares pela Europa pra ganhar o dinheiro das apostas, era legal apesar de todo o trabalho que dava pra me disfarçar, era um ótimo passatempo.

Me endireito e me preparo pro contra ataque, eu não sabia o que ele podia causar de dano, mas teria que aguentar para acerta-lo e depois tentar derruba-lo o quanto antes, temo em estar gastando muito cosmo, e o queda infernal era um ataque que eu não esperava ter que usar aqui já que ele poderia chamar atenção de quem não deveria, mas contra espectros não se pode pegar leve, por mais sem sentido que fossem as razões deles, seja por poder ou por alguma relíquia, qualquer luta que hades tenha contra Athena era uma luta em vão, e eu (ou nós no caso), tinha o dever de garantir que esse cara morra da mesma forma que viveu, em dor, em agonia e desespero e em vão.

Não vou sair daqui sem levar a cabeça desse cara como troféu penso eu. Assumo a posição de ataque, o espectro num rápido movimento, consegue saltar com aquele corpo descomunal com o braço pronto pro ataque para cima de min, olho pra ele e digo.

-Vou abrir essa sua mente.

Nessa hora queimo meu cosmo e salto em direção a ele para tentar o Queda infernal de novo.

Off: Elemento fogo ampliado 4 vezes.
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Aiolia

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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Dom Maio 08, 2016 10:57 am

Mesmo vendo o inimigo vindo furioso em sua direção para atacá-la, Aella mantém sua postura ofensiva. O dano poderia ser devastador, até definir aquela luta, mas ela arrisca tudo, queimando o seu cosmo para se aproveitar da fragilidade do adversário.

Stavro ataca: Força + Habilidade + 1D = FA 8
Aella: Armadura 4 + 1D (5) = FD 9

A Amazona fica completamente parada, com seu cosmo queimando ao redor de seu corpo, mas mesmo sendo um alvo fácil, Stavro erra os cálculos daquele golpe, vendo seu soco parar na armadura da guerreira sem lhe causar dano algum. Assim, Aella parte para tentar agarrá-lo.

Aella tenta agarrar: Força 3 + Habilidade 5 + 1D (5) = FA 13
Stavro: Armadura + 1D = FD 9

Com o inimigo vulnerável após o ataque falho, Aella o agarra com facilidade, sentindo seu cosmo de chamas queimando com a maior intensidade ao redor de seu corpo. Ela ouve Stavro reclamar do calor imenso, então finalmente lança a sua técnica.

Aella usa ataque especial arremesso (Queda Infernal): Fogo 3 x4 + Habilidade 5 + 1D (5) = FA 22
Stavro: Armadura + 1D = FD 9

Mais uma vez os dois guerreiros sobem em chamas, riscando com seu brilho o céu que começava a ficar negro. Mas apesar dos corpos cobertos pelo fogo, apenas um sente a dor. Stavro urra o tempo inteiro, e só para quando seu corpo mais uma vez atinge o chão com violência.

Parecia que ele não iria mais se levantar. Sua Sápuris estava se despedaçando sobre o chão coberto de neve daquela floresta. Mas de repente seus dedos se movem, e seu braço apoiado sobre o chão começa a erguer seu corpanzil para continuar aquela batalha.


- Quando eu te mandar para o Meikai, farei questão de torturar a sua alma pessoalmente! – Ele rosna com os dentes sujos de sangue.


Iniciativa:

1° Aella: Habilidade 5 + 1D (5) = 10
2° Stavro: Habilidade + 1D = 6



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Art08

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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qua Maio 11, 2016 10:32 pm

Stavros estava no chão, eu me endireito, e percebo que ele ainda se move, ele estava ferido, mas ainda estava vivo (nos termos de um espectro), e para alguém motivado de verdade isso já basta para causar um estrago, eu já começava a sentir um pouco do frio ao redor, nada que me afeta-se, mas isso significava que eu já havia gasto mais cosmo que eu devia, continuo pensando, ok que eu geralmente prefiro sair no braço, mas espectros são complicados e eu estava quase de igual para igual com ele, eu não poderia arriscar dar um murro nele e não causar o dano necessário e ainda tomar um contra ataque especial, o queda tem uma taxa de erro considerável, mas um de força media talves basta-se para terminar, porem eu teria que gastar mais cosmo, e eu já vou ter dificuldades se tiver uma luta mais complicada pela frente, não me importaria de dormir aqui, mas sei que isso não recuperaria o que preciso, perderia apenas o meu tempo (não que tempo me seja um problema hoje em dia, mas você entendeu), temperatura baixa também era sinal de atividade paranormal, isso é algo comum aqui, olho pro céu carregado e sem querer digo em voz alta para as nuvens...

-Cai logo...

Não sei se ele ouviu isso, penso eu, dias de neve estavam entre os preferidos de minha irmã em vida, o nome dela era Angie, eramos gêmeas, mas muito diferente uma da outra, eu levava a vida ao máximo que podia, meu passa tempo era comprar briga com os guardas que vigiavam nossa propriedade, nada serio, apenas lutava por esporte, enquanto ela se trancava, ela lia livros por horas e mais horas, pintava e escrevia, era extremamente seria e fria, tinha uma voz unica, serena, ela se isolava e nem comigo ou com nosso pai falava, ele movia montanhas para não faltar nada, e ela agradecia como uma pedra e se retirava, o fato é que ela sentia muita falta de nossa mãe, eu também sentia, mas só ela sabia o que ela passava, e nada que falávamos ou fazíamos iria melhorar os dias dela, com o tempo, notei que ela parou de dormir e quase não comia, ela mal levantava da própria cama as vezes, e isso me machucava mais que tudo, eu tinha que fazer algo, mas eu no fundo tinha medo dela, não por que ela tinha um olhar forte, quase que invadia a alma das pessoas, mas no fundo, ela estava em ruínas, ela por mais forte que fosse, desmoronava por dentro, e eu tinha medo de falar algo que ela não gosta-se, então passei a observa-la, eu resolvia tudo na surra, mas dessa vez via que  o problema podia ser maior que eu imaginava ou podia imaginar, e pela primeira vez vi o quão fraca eu era, eu via minha irmã descer ladeira abaixo e não conseguia fazer nada, mas não recuei, não podia abandona-la, um dia, um dos guardas reclamou que a adaga dele havia sumido, nessa hora tremi como nunca por não saber onde minha irmã estava, então sai correndo pela propriedade, até hoje nunca corri tanto como naquele dia, a procura dela, por sorte ela não percebeu quando vi ela ao longe aos pés de uma arvore, corri e saltei em encima dela, para tirar a lamina das mãos dela, ela ficou parada seria, se levantou, me encarou e logo desabou em lagrimas, ao menos ela começou a liberar a tristeza dela, lembro que fiquei furiosa, passei um sermão nela, mas eu chorava junto por temer o que aconteceria se não tive-se chegado a tempo, sentamos, passamos um tempo olhando as nuvens, então eu disse a ela algo mais ou menos assim, "se alguém te disser que nada é para sempre, é mentira, pois saudades é algo que sentiremos sempre, só não podemos ligar sempre ela a tristeza, pois isso não fara bem a você, as pessoas ao seu redor e nem aqueles que te fazem falta, obvio que vai ter momentos em que as lagrimas virão, e isso é bom, é o que nos lembra que somos humanos e iguais, só não podemos deixar que isso nos domine e nos consuma", lembro de ter me levantado, tirado as folhas da roupa e lembrado de algo que nosso pai nos dizia, ele dizia que não havia conhecido alguém tão forte como nossa mãe, ela não havia erguido fortalezas e nem derrubados reinos como ele, mas quando a tristeza batia nela ela não tinha medo de chorar e demonstrar,mas depois de enxugar as lagrimas ela vestia  a armadura e dizia "ninguém vai me machucar mais que a vida, então não tenho por que pegar leve com ela", nessa hora eu estendi a mão a minha irmã e disse "ela não perdeu nenhuma luta, e você não sera diferente" a neve começava a cair nessa hora eram os primeiros flocos da temporada, mas pra nós era o começo de uma vida (curta de fato, mas um novo começo), ela ainda tinha o jeito serio e frio dela e ainda sentíamos saudades de nossa mãe, mas ela, nunca vi ninguém com o espirito tão forte como ela, mas isso foi seculos atrás, hoje minhas memorias muito antigas já estão indo embora, temendo isso eu resolvi chamar o outro eu de Angie quando me vi anjo, para que pelo menos o nome dela eu nunca esqueça. Nessa hora Angie me chama:

-Ei, ele ta respirando ainda, para com a sessão "don't stop, keep going" e termina isso...

Então eu respondo pra ela em pensamento:

-Percebi.

olho para stavros, assumo uma posição de ataque e digo:

-Essas arvores estão produzindo oxigênio e você esta respirando, acho que você deve um pedido de desculpa a elas.

Nessa hora salto em direção a ele e tento agarra-lo.
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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Sex Maio 27, 2016 11:06 pm

Como se obedecesse ao desejo de Aella, a neve começa a cair, pura e muito leve. A guerreira percebe que seu inimigo ainda estava vivo, mas também que a respiração dele estava cada vez mais difícil, e que só a força de vontade o mantinha de pé. Sendo assim ela avança.

Aella tenta agarrar: Força 3 + Habilidade 5 + 1D (5) = FA 13
Stravo se defende: Armadura + Habilidade + 1D = FD 11

Aella salta em direção ao Espectro, e mesmo ele tentando evitar, ela passa os braços em volta do seu corpanzil e o agarra. Stavro então começa a se debater com a pouca força que lhe resta, tentando automaticamente se livrar da Amazona.

- O que você está fazendo? Largue-me! – Ele ordena aos rosnados.


Iniciativa:

1° Aella: Habilidade 5 + 1D (6) = 11
2° Stravo: Habilidade + 1D = 5



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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Seg Maio 30, 2016 6:22 pm

Não muito o mantinha em pé, penso eu, talvez a determinação tipica de um espectro de estar agradando seus lideres, acreditando que estão sendo uteis a seres que mal querem saber quem são as almas de verdade por traz dessas surplices, criatura patética, não que eu esteja numa situação muito diferente, afinal o que é melhor,  passar o resto da eternidade lutando e servindo como arma e um instrumento de entretenimento para os deuses ou descansar em paz ao lado daqueles você tanto ama que já se foram?


Admito que isso, continuo pensando, esse ciclo sem fim me cansa as vezes, eu não aguentava ver aquele monte de seres indo e vindo no olimpo como se a vida temporária dos daqui na terra fosse algo pífio, distante e sem importância, é fácil para alguém cujo o tempo não faz sentido dizer isso e pensar nisso, mas o que os mortais fazem com o pouco que tem enfurece assusta muitos desses ditos "seres superiores", mas não reclamo e não me arrependo de ter recebido essa dadiva, pois afinal acredito estar lutando por algo maior, posso não ter conseguido evitar "aquele dia" que separou eu e minha irmã para sempre e me tornou no que sou hoje (ou no que somos se levar a outra Angie em conta), mas eu poderia tentar evitar que isso acontece-se  aos outros, ao menos era o que eu esperava, até finalmente em seculos voltar a fazer amizade com alguém nesse mundo e esse maldito bando retornar e tirar alguém de min de novo, não sou solitária apenas por atacar coisas que não existem, mas para evitar certas coisas que jamais deveriam existir que volta ou outra retornam, não importando quantas vezes eu lute, eles sempre voltam, como se o tempo não contente em destruir tudo ao meu redor, resolve-se trazer de volta tudo aquilo que já enfrentei, manter essa vontade de lutar por seculos enlouque-se qualquer um... acabo achando isso engraçado e sem querer solto uma pequena risada e digo.



-Ha ha, ai ai que coisa não, lados opostos lutando pela mesma razão, isso é tão humano quanto a luxuria e soberba de certos deuses, uma estupidez sem proporções.




Coloco as mão na cintura olhando ele lutar por cada suspiro que lhe restava, então Angie me chama atenção.


-Ei! Olha.


Então levanto a cabeça rapidamente e vejo que os primeiros flocos começam a cair, puros e leves alheios ao sangue que flui sem fim nesse mundo, olhando aquilo solto um discreto sorriso por baixo da mascara e digo em tom baixo.



-Por que demorou tanto sua cabeça dura?...



Olho rapidamente para Stravo (agora com uma cara realmente furiosa por baixo da mascara), soco a palma da mão e digo num tom forte de voz.

-Hora de começar a horar pelo seu deus, porque eu vou te quebrar.

Salto sobre ele e consigo agarrar Stravo, ele urra me pedindo para soltar, eu então num rugido de força levanto ele acima da minha cabeça fico com meu corpo estável sem fraquejar, eu levanto pesos bem piores todas as manhãs, aquilo não era nada, e grito num tom furioso de voz.

-Quem vazou que a armadura foi roubada, diga!!!

Então com o corpo dele erguido na horizontal acima de minha cabeça, posiciono  minhas mãos agarrando Stravo com força e num rápido movimento forço ele da maneira mais violenta possível para baixo batendo as costas dele contra meu joelho, executando nele um backbreaker.
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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Dom Jun 26, 2016 11:50 am

Aella tinha aquele inimigo bem preso em seus braços, e por mais forte que ele fosse, não consegue quebrar o agarrão da Amazona. Assim, a guerreira ergue o corpo de seu inimigo, apesar de todo o peso, e então o desce contra seu joelho.

Aella ataca: Força 3 + Habilidade 5 + 1D (1) = FA 9
Stavros: Armadura + 1D = FD 7

O corpo de Stravos desce com impacto, mas o joelho de Aella não o atinge como deveria, pega como deveria, atingindo apenas a costela do inimigo.

Stavros tenta se soltar (Teste de Força -3): Resultado = 4 (Falha)

Após sentir o golpe, o Espectro se debate nos braços da Amazona, mas mesmo sendo menor, Aella o mantém preso com extrema facilidade.


Iniciativa:

1° Aella: Habilidade 5 + 1D (1) +1 = 7
2° Stavros: Habilidade + 1D = 6




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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Ter Jun 28, 2016 6:54 pm

A neve começava a cair aos poucos, penso, eu já tinha gasto um pouco mais de cosmo do que queria, e esse cara ainda respira, descansar em missão é algo que detesto fazer mas acho que não vou ter opção se tiver que bater nesse cara com mais força e ter cosmo pra possíveis confrontos a frente...não posso ficar dependendo do queda e nem posso ficar arriscando com ele assim sem dar um dano substancial... Angie interrompe em meus pensamentos pra variar:



-Ha ha ha, falei que você precisava treinar mais esse, desse jeito é mais fácil ele quebrar seu joelho assim do que você quebrar as costas dele.



De fato era só prestar mais atenção, mas Angie (detesto admitir isso) em parte tinha razão, esqueci de levar em conta que poderia errar o golpe, penso eu, mas pelo menos não imaginei nada e não alucinei então ta valendo por hora. Angie retorna na minha mente:



-Esse cara, ele precisa de um suplex, ele ta pedindo um, ele merece um, ta esperando o que, vai la bate a nuca dele no chão, vai lá, ta esperando ele falar algo? acha que esse pessoal fala assim? a unica coisa que quero ouvir dele é dor e agonia, a unica coisa que quero desse povo é que sejam exterminados como os vermes que são, quero que eles q....



Interrompo Angie falando em voz alta sem querer;



-Tá já entendi!!!



Não me importo de falar pro nada mesmo, desde que o nada continua-se sem nada fora do comum e ela não continua-se tava ótimo, então retorno a atenção pro alvo, percebo que ele tenta escapar então digo segurando uma pequena risada:



- Com medo dos braços de uma dama é?



Então levanto ele mais uma vez acima da minha cabeça e bato as costas dele de novo no meu joelho e digo:



-Estou cansada de vocês...



Coloco minha mão na cara dele e levanto ele pelo rosto e em seguida bato a parte de traz do cranio dele contra o chão e digo:



- Não aguento mais tolerar a existência de vocês...



Então viro ele de costas, abraço na altura do abdômen levanto ele por cima dos ombros e num movimento para traz, bato as costas e cabeça dele no chão executando um back-suplex dizendo:



- ODEIO TODOS VOCÊS!!!



Off: Ataque múltiplo 3 ataques.
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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qua Jul 27, 2016 10:30 pm

Aella lamenta ter gasto tanto cosmo naquela luta, e Angie logo surge para censurá-la. Ambas discutem por um instante, mas a Amazona retoma sua atenção para o inimigo a tempo de impedir que ele fuja. Então, Aella o ergue novamente, repetindo seu golpe.

Aella ataca: Força 3 + Habilidade 5 + 1D (4) = FA 12
Stavros: Armadura + 1D = FD 5

A Amazona havia queimado sua cosmo energia para aumentar sua velocidade e aplicar mais golpes contra o Espectro. Mas não foi necessário. Seu último golpe permitiu que tanto ela quanto os animais da floresta ouvissem a coluna vertebral do inimigo se partindo junto à parte de trás de sua armadura. Stavros estava agora morto nos braços de Aella.


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MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Seg Ago 01, 2016 7:06 pm

Levanto o corpo de Stavros e bato as costas dele contra meu joelho mais uma vez e o som da coluna dele se partindo diz que não seria mais problema, ele me parecia que duraria mais, mas pelo visto a aparência de tanque escondeu os estragos que estavam ocorrendo, agora o mesmo estava morto em meus braços então levanto ele na transversal acima de minha cabeça mais uma vez, agora sem resistência alguma ainda segurando nas extremidades e pressiono o corpo dele, ele estava morto mas o corpo resistia a força muito bem então concentro um pouco e num rugido de força pressiono ele, e como um balão de água o torso dele irrompe violentamente em sangue e órgãos, aquilo tudo cai sobre min, me cobrindo de sangue e me trazendo um pouco de tranquilidade agora eu tinha certeza de que ele não seria problema, jogo aquela carcaça no chão como se marca-se um touch down e penso coberta pelo sangue dele e olhando com ódio aquele ser.


-menos um...


Acendo meu corpo em chamas, e queimo tudo o que caiu em min, agora toda aquela sujeira não era mais do que cinzas que voavam ao vento, limpa pelas chamas, agora tenho um corpo deformado no chão e uma armadura perdida para encontrar, Angie então começa a reclamar;



-Ahh fiquei sem meu suplex.



Eu simplesmente respondo cala boca enquanto tiro as cinzas dos ombros e penso no que fazer, ela continua;


-Vai deixar ele ai assim?


Eu respondo de maneira "educada" em mente;


-Não, vou levar pra casa e dar um chá pra ele.


Angie me responde então.


-Sua égua, vai deixar isso assim sem dar um fim de verdade? pensei que soube-se mais, não é você que diz que viveu intensamente e sabia das coisas, e blah blah blah. Largar isso ai no chão vai deixar muita pista do ocorreu e você sabe que isso vai dar o que falar se alguém encontrar, é pra ser discreta não é isso que você falou?



Não me dou ao trabalho de responder mas eu sabia que tinha que sumir com o corpo ou não deixar obvio quem ele era porem eu precisava de algo antes então, caminho pela poça de sangue que ficou no chão até ele, viro a parte superior dele de costas e piso nele segurando o tronco contra o chão, pego a cabeça dele e começo a puxar, o pescoço dele ainda prende bem então Angie continua a falar:


-Fraca, voce é fraca e pra se sentir forte lembra da vagabunda da sua irmã como ainda pior que você, por que você não lembra daquela vez um ano antes da sua irmã tentar fazer um bem pra humanidade e tentou se matar hein, lembra? Quando você voltou com as mãos arrebentadas pra casa por que havia esmurrado uma arvore por que um dos galhos dela quebrou quando você teve a mesma ideia  e resolveu pendurar esse seu pescocinho hein, lembra?


Angie costuma me ofender de varias formas incluindo xingando minha irmã, eu não saio do serio e consigo arrancar a cabeça de Stravos, agora posso dar fim nele, a cabeça eu irei guardar por enquanto então pego um pedaço de galho, finco ele no chão e a cabeça dele na ponta virada pro corpo, pego todos os pedaços da armadura dele e junto numa pilha separada, faço alguns cortes na pele  dele usando usando um pedaço da própria armadura dele, junto alguns troncos caídos e coloco em cima dele e da armadura dele, eles estavam meio úmidos mas iriam queimar bem já que peguei um  pouco da gordura dele e passei na madeira, então, usando meu cosmo taco fogo nas pilhas, fiz cortes nele para que as chamas cheguem rápido na gordura presente no corpo e queimem mais rápido como uma vela, combustão humana espontânea ocorre mais ou menos da mesma forma, quando o fogo chega na gordura do corpo, enquanto ele queima eu começo a improvisar uma barraca de madeira similar a dos nativos americanos, não demoro muito a montar, uso alguns tendões que removi do corpo enquanto preparava ele para amarrar tudo, realimento as fogueiras, tanto as duas quanto a que já estava lá e forro  o chão na pequena cabana com folhas assim como o teto, tudo pronto, recolho a cabeça dele entro na pequenina cabana, cento de pernas cruzadas e deixo a cabeça dele ao lado dentro de uma pequena bolsa de folhas, abaixo a cabeça e nesse momento Angie diz;


-Acha que aquele pirralho pode ver aquilo ali?


Eu pergunto aquilo ali o que? Mas reparo que tem uma figura sombria bestial alta em pé ao lado da fogueira, me olhava como se gosta-se do que vê apesar da face de animal monstruosa que aquilo tem, aquilo sempre aparecia, reparo pelo canto dos olhos, e repondo Angie;


- Daquele jeito com detalhes não, quando a Miho foi morta, Mizuchi não estava mais lá pelo que descobrimos, ele deve pensar que é uma alucinação e talvez não saiba que o que ele vê esta ligado com o ritual, deixa Asmodeus pra lá, temos que nos recuperar agora.


Então olho diretamente para aquilo e a sombra desaparece em pleno ar, fecho a entrada com alguns galhos, abaixo a cabeça e tento descansar um pouco, a calmaria antes da tempestade.
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