InícioCalendárioFAQBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Final Alternativo - 02
Qui Jun 01, 2017 4:06 pm por Tony.Cyt

» Final Alternativo - 01
Ter Maio 23, 2017 10:46 am por Tony.Fenix

» Schenee - Amazona de Dourado - O Templo
Ter Fev 21, 2017 8:12 pm por SchneeKS

» [Parceria] Realm of Legends - Saint Seiya RPG
Sab Jan 21, 2017 12:06 am por Hades

» A Grande Batalha de Asgard
Seg Dez 26, 2016 5:42 pm por Anthea

» Pantheras e Raika - Um mergulho nas Trevas
Seg Dez 19, 2016 9:17 pm por Tony.Kage

» Aioria de Leão - A Adaga Dourada
Seg Dez 19, 2016 7:28 pm por Mu.

» A Rebelião dos Anjos
Dom Dez 11, 2016 11:29 pm por Grande Mestre

» Scorpio - A queda dos anjos
Qui Dez 08, 2016 5:49 pm por ScorpioKS

» Aella - O Resgate da Armadura
Qui Dez 08, 2016 5:40 pm por Art08

» Morto e Olívia - O Inimigo Atemporal
Dom Dez 04, 2016 10:47 pm por Mortinho

» Pedidos de Quests Pessoais
Sex Dez 02, 2016 2:57 pm por SchneeKS

Fichas
ADMs e Narradores

Compartilhe | 
 

 Aella - O Resgate da Armadura

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3
AutorMensagem
Aiolia

avatar

Mensagens : 593
Data de inscrição : 24/02/2015

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qua Ago 10, 2016 11:39 pm

Enquanto discutia com Angie, Aella tenta criar um abrigo para si. Era nítido que ela precisava de um descanso, e também curar aquelas poucas feridas. Ela separa o corpo de Stravos, marvando território ao fincar sua cabeça num galho, e o resto usa para alimentar a fogueira.

O canto dos pássaros é o sinal mais claro da chegada da manhã. Mesmo sendo dia agora, o céu ao redor do Monte Fuji não brilha. Ele é cinza e sem vida, como que se num esforço para combinar com aquela floresta sem vida.

Aella estava totalmente recuperada agora, sentindo a energia de seu cosmo queimando com grande intensidade dentro dela mais uma vez. Nada mais a impedia de seguir em frente e continuar sua busca pela armadura roubada.

_________________
O herói valente como um leão, sempre lutando por Athena.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Art08

avatar

Mensagens : 16
Data de inscrição : 26/02/2016

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qui Ago 11, 2016 6:34 pm

O som da fogueira era o único ruido que escutava em meio a noite, não hão predadores ou animais de grande porte aqui, o silencio ensurdecedor do anoitecer em Aokigahara, famoso mar de arvores e infame floresta do suicídio, era tranquilo demais para se abaixar a guarda assim, tanto que durmo de armadura, mas foi necessário eu me recuperar pois estou só aqui e não faço ideia do que possa estar pela frente.




Não demora a meus pensamentos e a voz da Angie se calarem e darem espaço o som de tochas, um sonho recorrente, escuto pessoas falando, vozes de maneira agressiva ecoavam do nada, eu... eu estava amarrada a correntes, presa a uma arvore, não enxergava o que estava acontecendo, escuto risos, risos que não eram engraçados e não davam conforto a ninguém, ofensas, sons de pancadas, minha visão começa a clarear, eu conheço esse lugar, minha vista esta meio embaçada mas vejo laminas no chão, garrafas de vinho, alguns pedaços de roupas jogadas na lama, tento enxergar melhor e nesse momento percebo uma voz, uma voz em desespero, era uma voz familiar ecoando daquela multidão de figuras escuras, era a voz da minha irmã, parecia longe, vinha do meio daquelas figuras, tento chamar, mandar eles pararem, mas minha voz não sai, tento fazer força, escapar das correntes e tentar ajuda-la, meu corpo doía, sangrava, respirava com dificuldade, abaixo a cabeça, não sabia o que fazer, mas esse pequeno momento de desespero se transforma em raiva, raiva que transcendia qualquer coisa que ja havia sentido, nesse momento tudo fica devagar até parar, era como se o tempo para-se a minha volta, ergo minha cabeça e me vejo perante a uma figura sombria, essa coisa estende a mão e levanta meu rosto, escuto ele falar algo, não entendo o que aquilo fala, mas respondo com uma voz enfraquecida, mas determinada, olho nos olhos dele e digo... "Sim".



Nesse momento volto a realidade, desperto com o canto de um pássaro, e penso, por quanto tempo esse pesadelo iria me perseguir, não sei o que estou me tornando, as vezes tenho a impressão que só não virei um demônio nesses seculos por vontade de Athena ou por vontade de Zeus, ficar só e longe das pessoas me mantem longe de problemas que não eram meus, mas me mantinham perto de meus próprios demônios e as vezes eles não tinham medo de voltar para dar um oi, se amizades tive-sem a mesma fidelidade que eles tem...




Angie então começa a falar;



-Linces perambulam sozinhos por ai no meio das sombras, e nem por isso são demônios ou monstros, você esta preocupada não esta? Sabe que apesar do queda ser um golpe considerado forte, ele falha miseravelmente perante alguém capaz de se defender, e sabe que você como amazona não deve ficar por ai andando só o tempo todo, sabe o que acontece quando pegam uma desprevenida...




Nesse momento o tom de voz dela muda, como se mel cobri-se suas, apesar de assumirem um tom "nada suspeito", ela continua:



-Sabe que você não era para ser um anjo,  sabe que assim você é incompleta, que sua lealdade a essa athena é sustentada por algo tão delicado quanto a pétala de uma rosa, por que prolonga essa agonia? por que quer continuar sendo algo você sabe que não é? Você já abraçou o inferno, por que não volta a segui-lo? por que...



Nessa hora interrompo ela dizendo em voz baixa.



-Non seducere me in verbis tuis, não me leve em tuas palavras, pertubas minha mente mas não governas minha alma.



Sinto que Angie viu que ela não iria me tentar a fazer o que não quero, ao contrario do normal, que personalidades não se comunicam, eu e ela, conversamos como duas pessoas separadas, dividimos alguns pensamentos, e o que ela pensa são coisas que não devem ver a luz do dia, as vezes tenho vontade de estrangular ela, mas no fundo admito que não trocaria ela por nada, ela me mantem sã (dentro do possível), e teria que conviver com ela por muito tempo ainda.



Me levanto, desmonto a pequena barraca, recolho a cabeça de e stavro, furo os olhos dele e coloco dentro de uma bolsa de folhas amarrada a cintura, ele seria necessário ainda, o lugar estava morto, escuro, coberto de neve e coisas queimadas, jogo neve sobre as cinzas e sigo rumo na direção do monte Fuji, então tento sentir algum traço de cosmo enquanto ando me escondendo para não ser percebida por seja la o que, evitando pisar em amontoados de neve, penso,vamos lá Jaga, onde esta tua armadura?




Off: tento sentir o cosmo da armadura ou de qualquer coisa no caminho.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Aiolia

avatar

Mensagens : 593
Data de inscrição : 24/02/2015

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Seg Out 31, 2016 11:22 pm

A guerreira se via as voltas com os perversos conselhos de sua irmã, mas ao invés de odiá-la, ela os tira como um exemplo a não ser seguido, um caminho a não trilhar. Aella então se levanta, desfazendo aquela pequena barraca e se preparando para partir. Porém, não sem antes arrancar os olhos do inimigo morto e os levar junto a si.

Em meio ao caminho em direção ao monte Fuji, ela tenta sentir o cosmo da armadura, detectando sua direção. De fato, há um cosmo sem consciência, mas que transpira justiça vindo do topo da montanha. Mas ao fechar os olhos para sentir este cosmo, Aella também sente algo que não desejava.

Era uma sensação ruim, um cosmo realmente maligno que parecia se espalhar por todo aquele trecho da floresta. A Amazona já estava envolvida, e quando abre seus olhos novamente com o susto, vê milhares de cadáveres ao seu redor, alguns enforcados, outros abandonados sobre as raízes das árvores. Com certeza pertenciam aos suicidas da famosa floresta.


- Bem vinda ao meu território, garotinha. – Uma voz masculina e perversa eco entre a mata.

_________________
O herói valente como um leão, sempre lutando por Athena.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Art08

avatar

Mensagens : 16
Data de inscrição : 26/02/2016

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qua Nov 02, 2016 1:22 pm

Ela abaixou um pouco o impulso, mas admito que as vezes é difícil controlar ela, querendo ou não  ela existe assim por que eu alimento o que ela sente, querendo ou não as vezes me sinto inclinada a ceder, já passo isso a seculos e as vezes acho que estou ficando sem argumento, isso já é um problema, se eu começar a dar razão a ela ai eu estarei perdida, ou ela estava começando a me dominar aos poucos ou eu estava me tornado ela ao longo dos anos, mas enquanto tiver um ponto a seguir, não tenho por que deixar ela me dominar, nessa época comecei a tomar remédios que ajudavam a controlar ela as vezes, mas força de vontade, o caminho a ser seguido sempre foi algo que ela não superou.



Me concentro, e sinto um cosmo, uma força, sem consciência, mas pela justiça que emite deve ser a armadura, olha só quem resolveu ver o mundo de cimada montanha penso eu, nessa hora sinto o outro cosmo, maligno dessa vez, e como imaginado ela não subiu lá sozinha, quem sera, vamos v... abro os olhos e me surpreendo ao ver a quantidade de corpos quando olho rapidamente ao redor:



-Hmm, essa nova, o efeito da clorpromazina deve estar passando ou...



Angie retorna:



-Ha ha, devia ter visto sua cara, mas de qualquer forma detesto discordar (até parece) de você, mas não é efeito daquele treco que você toma que nem m&m's passando, isso é diferente.




Nessa hora seja la o que for começa a falar comigo, diz que estou no território dele.



Então, coloco as mãos na cintura, bato as pontas das botas no chão com tranquilidade, olho um pouco ao redor enquanto aquela energia tomava o lugar, respiro fundo, e digo calma, pelo menos esse disse "oi" antes de partir pra cima.



-Hmm boas vindas?, grata, algo raro de se ver hoje em dia, mas indo direto ao assunto, creio que você não esta aqui pra apreciar a natureza, não é?




Posso parecer descontraída, mas agora acho que talvez tenha encontrado o culpado, sei que não posso descuidar, por que ele colocou a armadura la encima? Inúmeras razoes, só tenho que ter certeza de algo, mas antes vamos ver se isso não é uma ilusão e onde ele está.




Off: Teste de percepção, saber onde esse cara está.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Aiolia

avatar

Mensagens : 593
Data de inscrição : 24/02/2015

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Dom Nov 27, 2016 10:17 am

Sentindo qe havia chegado a um ponto não muito agradável daquela floresta, Aella nota os corpos a sua volta e pensa ser um efeito alucinógeno. No entanto, tanto eles quanto seu fedor lhe parecem bem reais, inclusive para sua irmã.

Aella tenta usar seus sentidos, procurar o dono daquela voz por toda a floresta, mas não consegue, nem meso a direção de seu cosmo a Amazona é capaz de detectar. Tudo que ela vê são aqueles corpos mortos ganhando vida novamente, se levantando com gemidos de dor e caminhando em sua direção de forma hostil.


- Não. Estou aqui para apreciar a beleza dos mortos devorando os vivos. – Responde a voz com um tom diabólico.


Iniciativa:

1° Aella: Habilidade 5 + 1D (2) = 7
2° Mortos-Vivos: Habilidade + 1D = 4

_________________
O herói valente como um leão, sempre lutando por Athena.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Art08

avatar

Mensagens : 16
Data de inscrição : 26/02/2016

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Sex Dez 02, 2016 4:14 pm

Aquela força se espalhava ao redor, era algo agressivo, acredite depois de uns anos sua cabeça para de funcionar como antes e o real se mistura com o improvável, a minha (ou nossa já não era boa então já sabe né) mente demora um pouco pra entender, mas nada fora do comum eu preciso acha-lo, mas não o localizo, fico tranquila, mas não desatenta.




Logo, o silencio começa a dar espaço para gemidos de dor, galhos começam a ser esmagados,  primeiro um ou dois, depois vários, era possível  ouvir eles, o ar saindo de suas gargantas, alguém acha que essas pessoas não sofreram o suficiente em vida e trouxe seus corpos de volta, a dor era audível em suas vozes, por mais aterradores que fossem, vejo eles como vitimas, mesmo que sejam apenas corpos sem alma agora, a dor que leva alguém a vir a esse lugar e escolher uma solução definitiva para problemas passageiros é sofrimento que parasitas como seja lá quem for o que esta por traz disso jamais ira compreender. estou (ou estamos) cercadas, mas não vou faze-los alvo a não ser que seja necessário, eles merecem um final melhor do que os punhos de alguém.




lembro de Angie, a original e dessa em minha em minha mente, e penso, seja lá onde essas almas estão, espero que estejam melhor que essa aqui dentro e me perdem se eu tiver que danificar o pouco que sobrou deles.




Escuto a resposta do biltre, era como se a voz viesse de todos os lugares. Angie retorna a mente:



- Gosta de ver os mortos devorar os vivos é? Até que temos algo em comum, mas eu prefiro vivos devorando vivos, beEEEEEeem mais interessante... Hihihi... claro se for como imagino, desde os gemidos de dor até o ultimo suspiro, poético.



Bando de malucos penso eu, então sinto como se ela me desse um tapa atras da cabeça, e escuto ela em meus pensamentos:



-Ei lesada vai ficar a parada pra ver os fogos de ano novo com eles ou vai voltar pro que interessa? Presta atenção cacete!!!



Ela tinha razão (Segunda vez nas ultimas horas que falo isso, eu não devo estar bem mesmo), hora de ver onde eles esta.



Abro minhas asas e levanto vôo, plano acima da linha das arvores, acima do lugar com os mortos, não posso tirar eles de vista, aproveito a altura e tento localizar o cara, Angie retorna a minha mente;



-Boa ideia sua retardada, nada melhor que virar um alvo fácil no ar.




Não era a melhor das ideias, mas nunca vi ninguém recebendo um premio por estrategia de guerra, temos que saber com o que estamos lutando.




Off: Levantar voo e planar acima fora do alcance deles e tentar detectar a presença desse cara e saber quantos mortos estão andando lá embaixo.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Aiolia

avatar

Mensagens : 593
Data de inscrição : 24/02/2015

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Dom Dez 04, 2016 10:31 am

Aella vê aqueles mortos se levantando misteriosamente e vindo em sua direção. Mas esses não são inimigos dignos do dispêndio de cosmo, e o pior, são bem numerosos. Então a Amazona ouve os rudes conselhos de sua irmã e decide sair daquele lugar antes que seja cercada.

Abrindo suas asas magníficas, Aella chega ao topo da floresta, sobrevoando por cima das árvores. Do alto, a primeira coisa que ela enxerga é um grupo enorme de mortos sedentos se formando bem abaixo dela, e outros milhares se aproximando de outros pontos daquela floresta.


- Usando as asas para escapar... Engenhoso, guerreira de Athena. Mas uma hora você terá de descer, e quando o fizer, meus mortos estarão lhe esperando. – Diz aquela voz.

Aella podia ouvi-lo com clareza, sentir o seu cosmo, porém, por algum motivo ele está totalmente oculto, incapaz de ser detectado por qualquer um de seus sentidos...

_________________
O herói valente como um leão, sempre lutando por Athena.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Art08

avatar

Mensagens : 16
Data de inscrição : 26/02/2016

MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   Qui Dez 08, 2016 5:40 pm

Não temos necessidade de gastar energia com eles agora, existe uma serie de razões alem do mais não é bom enfrentar sem saber com o que e quantos estamos lhe dando, primeiro vamos ver o que temos.



Levanto voo e vejo de cima o tamanho da legião que ele levantou, parecia um cenario desses filmes com hordas de zumbis avançando aos montes, virando ônibus e tudo mais, Angie diz depois de um assobio;



-Wow hahahaaahaha aiai olha só, o cara ta se achando George Romero, vamos descer lá vai, vai ser legal.



Respondo pra ela;



-Não, por mais interessante que seja, não viemos aqui pra isso alem do mais aqui é uma situação de muitos para um, seriamos alvo fácil.



Ela insiste;



-Aaahhh qual é!? Você nem sabe se são reais, deve ser uma alucinação só, devem ser só um monte de...Troncos, espantalhos, pôneis sei la qualquer merda que de pra fazer fácil e colocar pra servir de alvo falso, Tu não vê que ele não quer você lá em baixo?



respondo;



-Só temos uma maneira de descobrir.



Olho aquilo pensando, isso pode ser uma alucinação, mas duvido, esse cara pode ter mesmo esse poder mas por que alguém com um poder assim não sai por ai levantando os mortos e jogando contra as cidade ao invés de usar pra proteger um lugar inóspito desses, se bem que a cabeça do espectro que carrego não voltou a vida então esse cara só quer me afastar ou me levar pra algo que deve ter preparado, o tempo estava feio lá em baixo e não sei como ficará aqui em cima, é... caçar sozinha tem suas dificuldades, mas se for uma armadilha, pelo menos só eu pago com a vida.




Então pergunto pra ele;




-Ae!!! Tudo isso é medo de min ou o que?  Pode ficar tranquilo cara, to nem ai pro que você faz, se bem que quem não deve não teme não é.




Angie diz em minha mente;



-Até parece que você pode contra ele...




Eu digo pra ela em pensamento;



-É o que podemos fazer, sem confiança, nem devíamos estar aqui.



Ela responde;



-Existe diferença entre burrice e confiança, lembra? vai lá, vou adorar levar umas porradas, hahahaha...




Off; Sigo voando em direção ao ponto de justiça sem consciência, de olho se não tem nada me seguindo,vamos direto pra ratoeira.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Aella - O Resgate da Armadura   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Aella - O Resgate da Armadura
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 3 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Blaze Cosmo  :: 
JOGAR
 :: Quests Pessoais
-
Ir para: