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 A Tríade Oriental

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Grande Mestre
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MensagemAssunto: A Tríade Oriental   Seg Ago 17, 2015 1:05 am


Música de Abertura da Saga

Episódio 1 – Uma terra condenada


Aléxia:

Após seu ato de heroísmo na última missão, o contidiano de Aléxia mudou bastante dentro do templo. De uma comum Satélite, ela se tornou uma arqueira notória. Sempre cumprimentada por suas colegas e até pelas mais importantes guerreiras de Ártemis, Aléxia não tinha mais o que reclamar da vida, e a sua ascenção a postos mais altos parecia muito bem encaminhada.

Mas uma carta entregue a ela numa manhã de terça muda tudo. Aquela letra, aquele idioma em que foi escrita e aquele jeito de formar as palavras... Quando ela imaginava ser o único membro de seu povoado a ter sobrevivido, eis que surge aquela mensagem de Morrigan, a prima que ela pensava ter morrido também na catastrofe.


Carta:
 


Status:
 



Morto:

No Santuário, correm boatos de que a deusa Athena se encontra muito abatida. Ela recusa-se a comer e chora todas as noites. Tudo isso porque o lugar onde ela cresceu em sua vida humana está em iminente ameaça de destruição. Hoje o Japão vive uma situação calamitosa, assolado por uma forte onda de calor, por noites de trevas onde inúmeras pessoas são mortas sem nenhuma explicação, e pela espectativa da mais gigantesca Tsunami de que já se ouviu falar chegar em sua costa.

Morto percebe que todos no Santuário estão vivendo um clima de total desesperança, proporcionado pelo sentimento de tristeza que captam no cosmo de Athena. Observando da sombra de uma coluna grega, ele nota que até mesmo a sempre alegre Olívia se encontra muito triste, sentada em um jardim a brincar com uma pequena borboleta. Não havia ninguém por perto. Todos estavam treinando a meio quilômetro dali.



Status:
 


Pantheras:

Após doar quase todo o sangue de seu corpo para o conserto de sua Suplice, Pantheras finalmente desperta com um grito distante de Pandora.

- Desgraçado!

Ainda muito fraco, o Espectro se levanta com dificuldade, e se arrasta pelo corredor até o andar debaixo para averiguar do que se tratava aquele grito. É na sacada do castelo que ele encontra a sua senhora, lutando com um homem vestido de preto, usando uma máscara com a face de um Oni. Pandora não é uma lutadora, mas com seu tridente, consegue atingir o rosto do homem de raspão, destruindo aquela máscara. O rosto dele finalmente se revela como sendo de um jovem japonês com cabelos pintados de azul. Pantheras nota que nas mãos o oriental tinha um colar de ouro que vez ou outra Pandora ostentava como uma jóia de família. Isso deixa claro o motivo pelo qual o invasor estava ali. Estava roubando a senhorita.

Ao ver que o Espectro havia chegado à sala, o ladrão oriental decide fugir ao invés de lutar. Ele corre até o parapeito e salta em direção ao enorme abismo que ali havia. Já não há mais como perseguí-lo. Pandora se mostra furiosa com esse atrevimento, mas Pantheras percebe que o cosmo dela também expressava um sentimento de enorme tristeza pela jóia perdida. Aquela mulher tão frígida jamais admitiria, mas sua alma chorava lágrimas intensas.

- O que está fazendo fora da cama? Volte imediatamente. O Imperador pode precisar de vc em breve.


Status:
 


Cyttorak:

Cinco Batedores vinham se destacando nos últimos meses. Cinco guerreiros que enquanto passavam pelos vilarejos, todos recuavam o olhar com receio. Entre eles estava Cyttorak de Búfalo, um gigante temido pelos seus costumes. O quinteto, perfilado, sobe as escadarias em direção ao templo para uma reunião surpreendente com o Arauto.

- Entrem.

A voz do líder era gutural, intimidando até mesmo aqueles cinco orgulhosos guerreiros. Hesitantes, eles entram no são e se ajoelham perante ao maior dos Berserkers de Ares.

- Tenho uma missão para vcs, mas preciso de sigilo absoluto. Esta notícia pode causar um alvoroço desnecessário.

Uma notícia que o Arauto preferia dividir com simples Batedores do que com seus guerreiros do mais alto escalão foi algo que pegou a todos de surpresa, e os guerreiros arregalam seus olhos.

- Nossa ilha está correndo o risco de ser destruída, de ser engolida por esse imenso oceano que nos cerca. Tudo isso por conta dos caprichos de um deus oriental, que decidiu devastar o Japão com uma enorme onda. É claro que eu não me importo com o que acontecerá com o Japão, mas esta onda passará por nós, e isso será desastroso para a nossa ilha.

A surpresa entre os guerreiros aumenta.

- Quero que vcs cinco viagem até este país e destruam o templo do deus Susanoo, aquele que controla os mares, segundo os japoneses. No entando, Susanoo tem outros aliados divinos, que irão tentar trazê-lo de volta caso ele seja morto. Por isso, não só Susanoo deve cair, mas também o de Tsukuyomi e o de Amaterasu. Creio que vcs não possuem muito tempo para executar estes deuses. Então, se eu fosse vcs, me apressaria.

Os guerreiros aceitam a missão com honra, embora seus cosmos nutrissem algum temor, e partem daquela sala com certa pressa.



Status:
 


Aiden:

Com suas últimas missões para Atlântida, Aiden vem chamando a atenção de todos pela frieza de seus atos. Para o Marina, não importa se são mulheres, velhos ou crianças. Os inimigos de Poseidon devem perecer. Mas ainda que ele fosse visto como um ser cruel e maligno, pois dentro dele, havia algo de muito bom. Tanto o seu espírito quanto o amor que sentia por Antares.

Mas desta vez sua missão não era ao lado dela. Aiden estava sozinho, e precisava ir até o reino submarino de Sirenia, o pais das sereias. Durante as últimas semanas, provas irrefutáveis foram levantadas de que o líder desta nação marinha era a mente por trás de uma conspiração contra o General-mor, Kanon de Dragão Marinho.

Seu alvo é nada menos do que o rei-tritão Laimion, e seu destino era o oceano atlântico sul, onde após nadar por semanas, ele finalmente encontra a cidade. Casas feitas de corais abrigavam o povo do mar por uma vastidão que ia muito além do que os olhos de Aiden podiam alcançar.

Naquele momento a tarde predominava na superfície, e era a noite que aquele povo entrava em suas tocas para se recolher, assim como humanos comuns faziam. Aiden estava a uma certa distância da cidade, e dali poderia bolar o seu plano de ação para exterminar o líder daquele povo.



Status:
 


Antares:

A Marina subia agora as escadas do templo, orgulhosa após a missão cumprida. Agora ela só precisava ir até o Dragão Marinho reportar cada passo, avisando que tudo havia corrido como esperado. E logo depois ela teria seus merecidos dias de paz, quem sabe com Aiden, se este estivesse disponível também.

Mas espere, tinha algo errado com o templo. Onde estava os guardas que protegiam sua sua entrada? Antares caminha mais um pouco, e encontra partes das vestes daqueles homens imundas de sangue. A própria porta do templo estava encostada, e uma brisa faz com uma das sessões se abra. O interior estava completamente escuro, mas logo no chão a Marina encontra os guardas, três indivíduos com os corpos estraçalhados, três cadáveres olhando para o nada com os rostos retorcido em pânico.

Do interior do templo, Antares sente uma energia ruim, e esse cosmo negativo a convida a entrar. Seus olhos não conseguem enxergar o dono, já que o lugar era muito escuro. Mas ele estava ali, disso ela tinha certeza.



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Tony.Cyt

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Seg Ago 17, 2015 10:16 am

Vejo os outros Batedores subirem as escadas comigo... Eles eram guerreiros fortes e estavam sendo temidos por muitos, assim como eu... Os observo, estudando qual deles apresentava um possivel rival aos meus planos...

O Arauto... Novamente iria estar diante do mesmo... Será que Artemisia estaria junto ao pai ?

Logo que o Arauto nos convoca, entro no Salão e me ajoelho diante do emissario do Imperador. O poder que emanava do Arauto era demasiado, era como se fossemos esmagados apenas por sentir o seu cosmo...

Ele nos fala sobre uma missão... Ouço com atenção... A medida que ele falava percebia que teriamos que enfrentar Deuses de um outro panteão, ou ao menos os seus emissarios... Sorrio... Mas se o Arauto preferia que simples batedores como nós fossemos enviados, quer dizer que ele estaria testando a resistencia dos templos...

Nunca provei do sangue de um Deus... Deve ter um sabor ainda mais doce...

Logo ele passa a nos informar que alem do templo do Deus Susanoo, outros dois templos tambem devem ser destruidos... Vejo que alem de mim... Todos aceitam a missão...

Não se recusa uma missão passada pelo Arauto... Ela é uma promessa de Guerra e muito sangue a ser derramado...

Me ergo e sigo para arrumar as minhas coisas... Olho para os escravos... A minha sede de sangue começava a aumentar...

Mas devo me controlar... Daqui a pouco, me saciarei com o sangue dos meu inimigos, esse tinha um gosto mais doce...

Ao arrumar as minhas coisas, sigo para o ponto de encontro de onde seguiremos para o Japão...

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Fala
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Aiden

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Seg Ago 17, 2015 12:14 pm

- Um tritão? Acho incrível como ainda ha seres que vão contra a vontade de nosso senhor Poseidon, ainda mais os que vivem em seus domínios. Ou são muito imprudentes e burros, ou há algo escondido por trás dessas ações rebeldes. O General não me mandaria aqui só por causa de um simples tritão, devo tomar cuidado.

Aiden aguardaria que a cidade dormisse e notando uma maior segurança, partiria de modo furtivo ate onde o rei estava, preferencialmente andando pelas sombras. Sua escama era escura e isso lhe favorece meio aos locais com menos luz. O procuraria caso não o identificasse enquanto recolhiam-se em seus dormitórios.
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Mortinho

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Seg Ago 17, 2015 2:15 pm

Aproximo-me de Olivia, seu jeito triste me incomodava, assim como Athena. Daqui dava pra sentir sua tristeza, mas não compreendia direito.

_Olivia , o que está acontecendo no santuário?

Queria informações mais precisas antes de ir para a terra natal de Athena investigar o que poderia estar ocorrendo.

Mesmo os cavaleiros querendo me matar, o que jamais conseguiriam eu era fiel a Athena que abriu seu coração e me tirou daquele lugar terrivel.

_________________

Ah eu quero morrer....
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Alexia.

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Ter Ago 18, 2015 9:59 am

- Uma carta para mim?

Eu estava muito contente. Nunca ninguém teve o carinho de me enviar uma carta. De quem seria? Talvez de Calíope.

- Aquela garota.

Quando abro a carta, meus olhos se enxem de lágrimas. Morrigan, minha priminha, estava viva. Isso era impossível. Eu sempre achei que era a última sobrevivente. De qualquer forma a minha prima, ou essa pessoa que podia estar se passando por ela, agora está me convidando para ir encontrá-la no Japão.

- O que eu faço agora? Eu não posso sair assim do templo por motivos pessoais.

Dane-se. Guardo a carta no meu bolso e vou até a própria Ártemis, pedir por uma audiência.
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Antares

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Idade : 24

MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Ter Ago 18, 2015 10:04 pm

Ao entrar naquele lugar os olhos de Antares se fixados nos corpos brutalmente estraçalhados e seu coração se despedaça de angustia ao ver aquela cena.

- Por Poseidon,O que houve por aqui?

Com desespero procura por algum vestígio de vida entre os cadáveres, mas apenas o que encontra é um cosmo muito ruim vindo a frente.

-Eu....eu sei que está ai.....Não importa quem seja,você irá pagar por cada um deles!!

Seus pés á levam até a parte mais escura do templo.


"Pensamentos"
- Fala -
*Ação especifica*
Narrativa
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Pantheras

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qua Ago 19, 2015 2:13 pm

- Senhorita Pandora! – Murmuro ao escutar o grito de minha senhora.

Jogo o cobertor para o lado e tento me levantar com rapidez, mas o corpo ainda estava fraco, não respondia da maneira que eu desejava. Pelo corredor, eu quase me arrasto. A perda de sangue realmente acabou comigo.

“Eu não posso demorar. Ela pode estar correndo risco.” Penso comigo mesmo.

Cravo minhas unhas na parede, e uso minha força para impulsionar meu corpo para frente, a fim de chegar mais rápido. Mas talvez aquilo fosse desnecessário. Vi que a minha ideia de que Pandora era indefesa não passava de uma mera ilusão. Ela estava sendo roubada por um mascarado envolto em preto, só que com um golpe de seu tridente, foi capaz de ferir aquele ladrão, quebrando sua máscara e revelando aquele rosto oriental, de cabelos pintados de azuis.

- Maldito! – Rosno para ele, começando a elevar o meu cosmo.

Mas já era tarde. A ideia do homem era entrar e fugir com o colar de ouro que era muito precioso para Pandora. Ágil, ele fugiu antes que ela ou eu pudéssemos fazer qualquer coisa. E agora restou a mim lidar com a fúria dela.

“Mas o que?“ penso confuso.

Sua expressão demonstra fúria, mas o que é esse sentimento em seu cosmo? É claro, ela está triste, e deveria mesmo estar, pois a joia que levaram dela era a melhor lembrança de sua família. Lá estava eu, mais uma vez contrariando uma ordem dela. Quando ela mandou que eu voltasse ao meu repouso, caminhei na direção da sacada de onde o homem saltou, ignorando qualquer represália que pudesse vir de sua parte.

- Me desculpe por ter permitido que isso acontecesse, minha senhora. Mas prometo que retorno com o seu colar antes que o Imperador sinta a minha falta. – Prometi.

E antes que ela dissesse alguma coisa, me jogo no mesmo penhasco para onde aquele homem soltou. A altura e a velocidade com que eu caia não me importava nem um pouco. Quando chego a uma distância adequada do solo, chamo por minha Suplice, e uso suas asas para pousar da maneira mais segura.

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Grande Mestre
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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qua Ago 19, 2015 9:30 pm

Cyttorak:

Aos saírem da sala, os cinco guerreiros são informados por um servo de que um galeão os aguarda em um ponto estratégico da margem sul ilha, para evitar chamar a atenção. Sendo assim, o quinteto se separa para ir até seus lares, se despedirem de suas famílias e passar instruções a seus escravos. Cyttorak, faz o mesmo, indo até sua casa para fazer seus preparativos para uma longa viagem. O Japão era bastante longe.

[Vc pode preparar objetos e levar consigo o que achar necessário para o personagem, só peço para que informe o que vai levar]

Quando os cinco guerreiros terminam seus últimos afazeres na ilha, eles se encontram em uma praça pública para dar início à viagem. Estão com Cyttorak: Nande de Piranha, um guerreiro esguio, feio e com fama de sanguinário. Crom de Wendigo, um homem robusto de barba ruiva e tão grande para um humano que poderia ser confundido com um gigante. Odwolf de Hyena, um homem negro e careca, conhecido pelo seu heroísmo e pelas horríveis cicatrizes que possui no corpo. E também Masha de Viúva Negra, uma guerreira mascarada conhecida por devorar seus amantes.

Todos rumaram para o porto, em direção ao galeão. Mas para chegarem até aquela parte da ilha, era preciso seguir caminho pela temível Floresta das Bestas, um percurso que trazia uma sensação gélida até mesmo aos corações daqueles guerreiros. Durante o caminho, Cyttorak ouviu os resmungos de alguns de seus companheiros, pois ninguém fica contente em vagar por um lugar como aquele. E embora essas reclamações tenham incomodado o gigante, elas se mostraram justificadas, quando um vulto negro surgiu da mata em enorme velocidade, apanhou Odwolf de Hyena pelo rosto e correu para o topo das árvores com o Berserker. Um minuto depois, no qual os guerreiros ainda assimilavam o susto, todos começaram a ouvir os gritos de agonia de Odwolf, e viram o seu sangue escorrer em profusão no topo daquela árvore, tingindo folhas verdes de vermelho.


Status:
 


Aiden:

Como um guerreiro disciplinado, Aiden consegue permanecer horas parado onde estava, aguardando pelo anoitecer, momento que julgava ser o mais adequado para agir. Distraía-lhe a vida marinha e a forma como a luz ia aos poucos abandonando o mundo com a chegada da lua. Finalmente aquele trecho do mar ficou totalmente escuro, e os seres que viviam na cidade de Sirênia se recolheram até seus lares de corais.

As passagens daquela cidade estavam escuras e silênciosas, permitindo que o Marina se locomovesse livremente, sem necessidade de ser furtivo. Aiden também não precisou se esforçar para descobrir onde seu alvo dormia. Era só olhar para a parte norte e ele se depararia com um pequeno castelo, erguido de corais e certos crustácios que abrigavam o fundo do mar.

Chegando próximo a essa estrutura, Aiden precisaria ser muito silencioso e rápido, pois a única entrada era vigiada por uma dupla de trolls marinhos muito altos. O Marina sabia poder derrotar aqueles dois em combate, mas será que valeria a pena atrair atenção para si tão cedo?


Status:
 


Morto:

Olívia não pulou nos braços de Morto, como sempre fazia e nem demonstrou toda a sua felicidade ao vê-lo. Ela apenas segurou sua mão e pôs a cabeça em seu ombro, desatando a chorar como se ela tivesse voltado aos seus sete anos de idade. E com a voz um pouco rouca, ela diz:

- Vc não está sentindo? Será que a morte tirou essa sensibilidade de vc?

Ela se afasta um pouco, dando as costas para o seu amado, olhando o horizonde onde o sol desaparecia atrás de uma montanha para dar vez à uma lua que mal protege o mundo da escuridão. Só depois de algum tempo Olívia volta a falar:

- Athena está morrendo de tristeza. Tudo culpa de deuses egoístas e gananciosos. E nós, que somos os protetores dela não podemos fazer nada.

Morto jamais viu Olivia naquele estado. Ela estava um pouco agressiva, mas não sem razão. Até mesmo ele podia sentir aquela dolorosa melancolia. Mesmo que todos os Cavaleiros tenham sido proibidos de agir, algo precisava ser feito. Mas se nem os Cavaleiros mais conceituados do Santuário ousavam contrariar as ordens do Grande Mestre, quem poderia colocar a cara a tapa e resolver aquela situação?


Status:
 



Aléxia:

Ártemis era uma deusa, não podia perder seu tempo recebendo qualquer um a qualquer momento. Mas quando soube que se tratava de Aléxia, considerou dispor três minutos de seu tempo com a Satélite. Sendo assim, a espera da jovem arqueira termina, e as guardas abrem a porta do salão da deusa para ela.

A deusa da lua era um ser de beleza muito delicada. Seu vestido branco era longo, encobrindo-lhe o corpo quase que por completo. Aléxia não sabia dizer se o mais lindo nela seriam seus olhos de esmeralda ou os cabelos loiros com um tom esverdeado. Ártemis estava sentada em seu trono, no topo de um altar de pedra tão alto que era necessário uma pequena escadaria para subir ou descer. Sua sala, assim como quase todo o templo tinha grosseiras paredas de pedra, mas era muito bem esculpida e iluminada por piras de fogo espalhadas aqui e ali.

- Fui informada de que vc deseja falar comigo, Satélite. O que deseja?

Sua pergunta é muito direta, de modo a deixar claro que ela detestava perder seu tempo e esperava da garota um motivo muito bom para estar ali.


Status:
 



Antares:

Não havia esperança para aqueles homens ali caídos, ambos estavam mortos. Sendo assim, a Marina decide entrar no templo, seguindo aquele cosmo que deixa no ar uma sensação tão ruim. Aquele ponto estava tão escuro que deixa a guerreira as cegas, mas ainda apta a lutar.

- Pobre garota. Lugar errado, na hora errada.

Uma voz surge da escuridão, e Antares não pode precisar exatamente de onde. Mas de repente um brilho de cosmo revela um homem escorado em uma das pilastras. Ele possui longa cabeleira branca, e uma facha vermelha encobrindo os olhos indica que ele é cego. Sua armadura é completamente negra e bem ajustada ao corpo magro e definido.

- Eu sou Girô de Shinobi, assassino base do exércido do Lorde Susanoo.

A voz dele possui um tom inumano, quase demoníaco. Sem dúvidas era deste homem que se originava aquele cosmo ruim.

- Não é do meu fetio matar mulheres, mas as minhas ordens foram para matar Kanon de Dragão Marinho e qualquer um ficasse entre minha vítima e eu.

O cosmo do guerreiro se apaga, fazendo com que tudo fique escuro novamente

Antares faz teste de percepção (Habilidade – 2): Resultado = 1 (Sucesso)


Mesmo no interior das trevas, a Marina percebe um projetil vindo muito rápido em sua direção. Ela seria atingida se nada fizesse.


Status:
 



Pantheras:

- O que pensa que está fazendo, Pantheras?!

Ao ver que o Espectro havia contrariado sua ordem, Pandora grita. Ela corre na direção dele, mas mesmo cambaleando, os passos de Pantheras são decididos em direção à sacada. E ele cai.

- Pantheraaaaaaas!

A voz de Pandora é a última coisa que Pantheras escuta enquanto se lança ao silêncio e a escuridão do abismo. Ele cai e cair, cada vez mais profundo. Mas quando estava prestes a se esborrachar no chão, sua Suplice o veste e suas asas o salvam.

Pantheras, agora, está em um trecho selvagem que jamais pertenceu à cidade e que só existia ali graças ao cosmo de Hades. A lua no céu lhe dava apenas uma visão superficial de tudo, algumas ávores de aparência medonha, algumas moitas que se movimentam como se houvesse algo em seu interior. Mas o que chama mais a atenção do Espectro é uma depressão irregular na terra que pode ter sido feita por uma queda.
 

Status:
 
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Alexia.

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qui Ago 20, 2015 9:29 am

Bastante nervosa, eu entro na sala de Ártemis. Sinto a minha mão suar, e eu a fecho de tão tensa. A beleza e a autoridade da deusa só me deixam ainda mais impressionada. Quando fico de frente pro altar dela, eu me ajoelho.

“E se acabar falando besteira? Isso acabar parecendo bobagem pra ela”

Eu não devia ter vindo até ela pra pedir isso. Ela é uma deusa. Não se importa nem um pouco com relações humanas. Mas quando ela faz sua pergunta, é tarde demais.

- Se-senhora, me desculpa tomar o seu tempo assim, mas é que uma coisa muito especial para mim aconteceu... Quando eu vim para o templo, achei que estivesse sozinha no mundo, e por isso eu sempre a servi de corpo e alma. Mas agora eu descobri que um membro do meu povo está vivo, minha prima. E depois de tanto tempo, eu quero muito encontrá-la. Ela tá no Japão agora e pediu pra eu ir visitar. É por isso que eu vim aqui até a senhora perguntar se eu tenho permissão para fazer isso, enquanto nenhuma missão surge para mim.

Continuo ajoelhada, com a cabeça baixa. O coração palpitando, com medo de uma possível reprimenda por colocar meus assuntos pessoais na frente dela.
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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qui Ago 20, 2015 11:49 am

“Até breve, senhorita Pandora.” Penso enquanto vou caindo.

A Suplice de Papillon chega até mim e me veste. Uso suas asas e pouso seguramente em um mundo paralelo no fundo daquele abismo.

- Onde está você, ladrão? – Me pergunto, olhando tudo a minha volta.

Hum... Uma marca, provavelmente ele havia pousado aqui. Mas como ele sobreviveu a uma queda daquelas? Ele tinha seus truque, era melhor eu ficar atento, pois não estava nas minhas melhores condições físicas. Era melhor eu tomar cuidado, pois ainda não havia me recuperado da perda de sangue. Com cuidado, me abaixo para examinar o solo ao redor da depressão, ele deve ter deixado pegadas, ou pelo menos algum rastro que se pudesse seguir.

Off: Consigo sentir algum cosmo à minha volta?

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A Tríade Oriental
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