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 A Tríade Oriental

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Pantheras

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qui Set 17, 2015 1:16 pm

Era mesmo um caso perdido. Ele estava morto, e nem sinal do colar da senhorita Pandora. Com raiva, soco o chão ao meu lado. Aquele Seiji também havia desaparecido.

“Essa máscara relacionada a um Oni, a ascendência, e agora esse kanji. Não resta dúvidas de que estas pessoas vieram do Japão. E é para lá que eu vou agora.” Penso.

Eles falaram de uma mulher chamada Lady Amaterasu. Seria ela algum tipo de entidade poderosa com seus próprios guerreiros a protegê-la? Pelo cosmo de Seiji e o talento que o outro demonstrou em se aproximar do castelo sem ser visto, presumo que ela não seja das mais fracas.

- Seja como for, ela vai pagar por ter ofendido a senhorita Pandora desta maneira. – Rosno.

Decidido a seguir viagem, eu usaria minhas asas e a minha velocidade para chegar ao Japão o quanto antes. Iria tomar o cuidado de viajar ao anoitecer, sempre passando pelos lugares menos populosos para evitar chamar a atenção. Iria usar os dias para repousar. Era importante recuperar a minha vitalidade, afinal de contas, batalhas eram previsíveis.

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Antares

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qui Set 17, 2015 11:23 pm

Ao lado do General agora vejo com clareza o assassino de cabelos brancos de joelhos se ainda negando a responder o motivo de estar la.

*Meus olhos se dilatam ao ver o que o General tinha em mente.

"Eu não consigo olhar para essa cena,por mais que esse verme mereça morrer..... mas assim??.......não....não.... assim não!!!"

-Oo o que vai fazer General? Minha voz sai quase que num impulso

"Se ele continuar com isso eu vou ter que agir."

-Perdão pela minha audacia mas existem outras maneiras de fazer ele falar General!
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Grande Mestre
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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Sab Set 19, 2015 12:21 am

Morto:

Os punhos dos dois guerreiros se chocam, criando uma onda de impácto que sopra seus cabelos, a grama e derruba algumas pilastras à volta deles. Morto sugere o fim da batalha, que a sua amada cuide do veneno que corria pelo corpo do Cavaleiro. Mas Nachi apenas sorri, e responde:

- Eu sou um orgulhoso Cavaleiro de Athena. Vc acha mesmo que esse veneno ridículo me assusta?

Morto ataca: Força 2 (+3) + Habilidade 4 + 1D (5) = FA 14

Nachi ataca: Força + Habilidade + 1D = FA 9


Embora tenha demonstrado coragem, é o punho da armadura de Lobo que se racha, e Nachi é repelido com grande dor em seu braço. Ele segura seu pulso, com uma expressão de espanto no rosto.

Dor e febre lhe afligiam. Então Nachi dá um passo para trás, depois outro e mais outro, e quando está longe longe o bastante, seu último comentário é trazido pelo vento.

- O falecido cavaleiro que assombra a armadura de Hidra é mesmo terrível!

Olívia se aproxima pelas costas de Morto, pousando sua mão sobre o ombro do cavaleiro. A máscara escondia não só sua beleza, mas qualquer olhar que ela estivesse lançando para Morto agora. Podia ser orgulho, assim como podia ser censura.

- Se vc for até o Japão por Athena, eu também vou.



Cyttorak:

O silêncio naquele galeão era tão intenso que fazia os ouvidos do gigante doer. A embarcação balançava deu um lado para o outro, indicando que o mar estava agitado. Mas onde estavam os escravos? Nenhum de seus sentidos é capaz de encontrá-los em parte alguma.

Seus passos decididos o levam do corredor ao convés. No andar de cima do galeão, o gigante contempla uma noite assombrada, sem lua. Mas embora a escuridão fosse grande, era possível ver alguém de pé próximo ao mastro. Bastava aproximar-se um pouco para ficar evidente que era Rogi, amarrado pelo peito e totalmente morto com seu corpo desmembrado.

Quem se atreveu a fazer isso? Esta era uma pergunta que passava pela mente do gigante. Mas ela logo foi respondida quando o piso de madeira vibra ao peso de pessoas que saltam da área do timão até o convés. Aqueles eram homens musculosos e mal encarados, os escravos que cuidavam dos remos do navio. Entre eles, um escravo negro e ainda mais forte se destaca, dando passos à frente da multidão. Ele cruza seus braços grossos e diz com uma voz estridente:

- Eu, Otavius, farei vc pagar por todos os anos de escravidão que vivemos naquela ilha. E quando eu terminar, nós seremos homens livres.


Iniciativa:

1° Cyttorak: Habilidade 4 + 1D (5) + 1 = 10
2° Escravo: Habilidade + 1D = 5



Aiden:

Após derrotar a criatura, o Marina usa sua força para erguer o corpo do Troll. O peso não era nada para Aiden, mas era difícil carregar. De maneira desajeitada, ele se arrasta junto ao monstro morto para dentro do “palácio”.

Era um lugar que lembrava uma habitação humana de dois andares. Só que as paredes e os tetos eram feitos de corais avermelhados, e o piso era arenoso como o solo do mar. Havia também uma escada de corais em espiral conduzindo até o andar de cima.

O solo aos seus pés começa a vibrar de maneira sutil. Aiden já havia sentido este tremor antes. Era muito parecido com o tremor provocado a cada pisada do Troll durante sua última luta. E este estava ficando cada vez mais intenso.



Aléxia:

As duas fadas corriam  e saltavam pelo topo dos prédios, que eram muitos no Japão. Parelhas, elas lembraram imediatamente de sua infância, correndo pela floresta em que viviam. As risdas, os olhares de extrema felicidade. Aquele era um momento mágico tanto para Aléxia quanto para Morrigan.

Após alguns minutos de corrida, chegaram a uma região selvagem cercada por uma cadeia de montanhas. Uma delas chama a atenção da Satélite por seu tamanho. Era tão grande que ultrapassava as poucas nuvens brancas que flutuavam naquele céu azul e quente. Esta montanha magnífica era a base para três grandes palácios.

- Vc pode vê-los, não pode? Somente aqueles que despertaram seu cosmo podem enxergá-los. Aqueles são os palácios da Tríade Oriental.

Aléxia podia ver que a frente estava dois deles. Um era tão escuro que parecia que um pedaço da noite o cercava, e era feito de pedras negras. Parecia um lugar abandonado e em decadência. O outro tinha uma cor azul muito viva, e era enfeitado por várias pequenas cachoeiras o circundando e se derramando pela montanha. Era muito bonito. O terceiro ficava logo atrás destes dois, formando uma pirâmide para quem o visse do alto. Era um palácio feito de ouro, reluzindo lindamente ao brilho daquele sol muito forte. Aléxia havia visto poucas coisas tão belas quanto aquele lugar em sua vida.

- Aquele palácio escuro pertence à Lady Amaterasu, e o azulado ao Lorde Susanoo. O último feito de ouro é onde eu vivo. É o palácio do Lorde Tsukoyomi, o deus do sol, ao qual eu humildemente sirvo. Vamos, não percamos mais tempo. Eu quero te mostrar tanta coisa! Melhor tomar caminho pelo palácio de Lady Amaterasu. Lorde Susanoo não é muito agradável.

Este último comentário Morrigan diz em voz baixa. Ela segura a mão de sua prima e começa a conduzi-la em direção à grande montanha.



Pantheras:

O Espectro estava de joelhos sobre o chão de um palácio velho e em ruínas. Parte era encobrida pelo teto, e em outra parte este telhado de pedra havia desabado, espalhando destroços e poeira sobre o lugar. A luz da lua invadia o palácio pelo teto destruído, e era forte como Pantheras nunca havia visto, forte como a luz do dia.

Do lado direito de Pantheras, uma garota de cabelos acinzentados jazia morta e afogada em seu próprio sangue. Do lado esquerdo, havia a cabeça arrancada de um guerreiro. O Espectro não sabia quem eles eram ou como ele mesmo foi parar naquele lugar, mas a cena era muito familiar para ele, como se já estivesse vivendo aquela realidade a algum tempo.

Das poucas sombras do lugar ele finalmente surge, o guerreiro responsável por suas feridas e pela morte dos dois ao seu lado. Não era possível identificá-lo de qualquer maneira, era como se ele fosse um avatar da própria escuridão. O único detalhe marcante nele era o fato de carregar consigo uma espada tão afiada que cortava facilmente o solo por onde era arrastada.

E como era de se esperar, este guerreiro ergue sua lâmina sobre a própria cabeça. Fraco, Pantheras nada pode fazer para reagir. O Espectro ergue a cabeça para seu futuro carrasco, assistindo ao momento exato em que seu corpo é retalhado ao meio, e o grito de Pandora é como uma explosão: “PANTHERAAAAAAS!!!”


Pantheras desperta assustado, quase caindo do galho da árvore alta onde seu corpo repousava. Ele finalmente se equilibra, mas sua respiração ainda está agitada. Foi apenas um pesadelo. No horizonte, o sol estava indo embora e a noite chegando novamente.



Antares:

Kanon não dá ouvidos à pergunta de Antares, apenas sustenta aquele sorriso diabólico de satisfaçãona metade do rosto que seu elmo permitia ver. Era um homem malígno, não restava dúvidas. E era o seu coração repleto de maldade que fazia com que os outros Geneais o temessem e ele governasse os sete mares na ausência do Imperador com mãos de ferro.

Mas quando Antares sugere que há outras maneiras de arrancar respostas de Girô, Kanon lança para a Soldado um olhar tão penetrante que a faz recuar um passo e abaixar sua cabeça. Com sua voz arrepiante, ele pergunta:

- Por acaso está com pena deste verme invasor, Soldado? Pensa em poupar a vida dele, que manchou o templo do Imperador com o sangue de homens que nos eram fiéis?

Antares testa raciocínio (Teste de Habilidade): Resultado = 4 (Sucesso)

Como se uma luz se acendesse em sua mente, a Marina lembra que durante a luta, Girô se mostrava tão arrogante que chegou a revelar para ela alguns detalhes sobre a sua vinda. Talvez, revelá-los a Kanon melhorasse o seu humor naquele momento.
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Tony.Cyt

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Sab Set 19, 2015 4:38 pm

Sentia a embarcação balançar ao sabor do mar... Isso indicava que não havíamos chegado ainda... Subo as escadas e logo vejo alguém em pé, próximo ao mastro... Me aproximo e vejo que o mesmo está morto...

Morto... Quem ousou fazer isso em uma embarcação a que eu comando ?

Ouço os passos... E me viro lentamente para ver os escravos que cuidavam dos remos a minha volta... Logo um deles se destaca informando que ira me matar...

Tolos... Não sabem que estão frente a um Berseker... Todos vocês voltem as suas funções e não lhes matarei...

Aponto para Otavius e falo:

Mas vc... Vai morrer... Por ousar supor que iria me matar e por matar alguém sem a minha permissão...

Piso ao solo e usando da minha força, me impulsiono na direção do escravo, iria te-lo aos meus braços e o jogaria para fora do navio utilizando a minha técnica... Iria queimar o meu cosmo ao máximo, iria deixar bem claro a diferença entre Escravos e Bersekers... Queria que o corpo do escravo explodisse enquanto era arremessado....

Búfalo de Pedra - Tipo: Arremesso - Elevação: X4 - Custo: 8

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Fala
Ação



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Mortinho

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Sab Set 19, 2015 7:45 pm

Meu adversario cai.

_Você é um cavaleiro digno, lobo, continue assim e terá um grande futuro.

Olivia chega até mim, e eu não consigo dessa vez interpretar seus sentimentos.

_Não - digo com a voz fria como um túmulo - você vai cuidar do lobo primeiro, sabe o que isso pode fazer com ele e não é hora de perdermos um guerreiro. Depois se quiser me encontra lá;

Caminho até o lobo me abaixo e falo somente para ele ouvir:

_Se você deixar ela ir atrás de mim agora, quando eu voltar esse veneno vai ser o menor de seus problemas. Vou esquecer que é um santo de Athena e não pegarei leve como agora...

Era uma ameaça, e eu sabia que no momento ele estava suscetível a ela.

Vou em direção ao Japão, Athena precisava de mim.

_________________

Ah eu quero morrer....
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Alexia.

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Dom Set 20, 2015 10:35 am

Era mesmo muito bom rever minha querida prima, relembrar até mesmo nossas antigas brincadeiras infantis. Agora como guerreiras habilidosas corríamos sobre prédios bem altos, saltando perigosas distâncias com muita facilidade.

Juntas, nós chegamos a uma região montanhosa e selvagem daquele país. Vejo três palácios incríveis sobre uma grande montanha e fico maravilhada. Morrigan me conta que é graças ao cosmo que consigo vê-los e me conta tudo sobre eles.

- Morrigan, como vc veio parar aqui? Digo, o que aconteceu com vc?

Seguro a mão dela e continuo seguindo com ela pelo caminho até aquele palácio escuro e em ruínas.
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Aiden

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Seg Set 21, 2015 8:47 am

Aiden imediatamente se prontifica com seu escudo erguido voltando suas costas para a parede pois assim não sofreria um ataque surpresa por algum lado desprotegido.

- Deve ser o Troll que ficou la fora, mas, não posso recuar.

Mantendo-se na defensiva, anda a passos cautelosos corredor a frente, caminhando de lado mantendo seu escudo erguido e tentando detectar algum possivel inimigo iminente.
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Pantheras

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Qui Set 24, 2015 12:25 am

O sonho havia sido terrível. Que lugar sinistro era aquele? E quem era o guerreiro que me executou depois de eu estar de joelhos e tão ferido?

“Pesadelos não podem ser tão reais assim, nem tirados do nada desse jeito.” Reflito.

Isso só podia ser algum tipo de premonição. Eu devia redobrar os meus cuidados se quisesse retornar com o colar da senhorita Pandora.

“O grito dela foi tão real, e ao mesmo tempo estranho. Ela não entraria em tamanho desespero por mim.” Penso.

De qualquer forma a noite estava retornando. Era hora de seguir viagem. Visto minha Suplice e continuo batendo asas em direção ao oriente.

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Antares

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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Sex Set 25, 2015 6:42 pm

*Meu corpo se congela apenas de escutar a voz maligna de Kanon se voltando contra mim.

"Por Poseidon o que eu em mim?.......droga me ferrei.....o que eu falo...o que eu falo???....Hum já sei!!!"

-Perdoe-me pela Audácia General, Só acho que a agua é muito sagrada para ser desperdiçada com a vida daqueles que não a respeitam e da-lo essa dádiva seria muito bondoso.

*Cruzo os braços e dou um leve sorriso olhando para o Girô.

-E de toda as formas esse pobre verme nem sabe conter a língua dentro da boca pois até deixou escapar que ele é o Girô de Shinobi, e se diz o assassino da base do exercito do Lorde Susanoo e lhe foi mandado para matar o Senhor!
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MensagemAssunto: Re: A Tríade Oriental   Sex Set 25, 2015 11:48 pm

Cyttorak:

A ordem do gigante deixa os homens temerosos e acuados, mas corajosamente eles permanecem onde estão. Era fácil ver em seus olhos que o desejo de liberdade era tamanho que havia superado o medo da morte. Nem mesmo sua ameaça havia abalado aquele que se opusera a ele. O escravo maior continua de braços cruzados a frente do Berserker, defafiando-o com o olhar.

Cyttorak tenta agarrar: Força 5 + Habilidade 4 + 1D (5) = FA 14

Escravo: Armadura + 1D = FD 6


É muito fácil para Cyttorak avançar e agarrar aquele homem, ele nem mesmo reage. Então quando o Berserker o ergue para arremessá-lo, nota um risinho irônico no rosto do escravo, que diz:

- Caiu direitinho em minha armadilha, Beserker. A minha morte só vai inflar ainda mais o espírito de luta destes homens em nome da liberdade.


Cyttorak usa ataque especial arremesso (Búfalo de Pedra): Terra 3 x4 + Habilidade 4 + 1D (3) = FA 19

Escravo: Armadura + 1D = FD 1


O oponente é atirado ao mar, primeiro subindo a uma altura assustadora, para em seguida despencar em grande velocidade. Seu corpo humano se choca contra a água com tamanha violência que me mesmo de longe é possível ouvir seus ossos se quebrando. Quando ele retorna à superfície, é só um cadáver espalhando uma mancha de sangue pela água, que aos poucos vai atraído tubarões.

Todos naquele galeão olhavam ao mesmo tempo para esta cena, e quando Cyttorak volta a olhar para os escravos, vê que estes tinham os olhos sombreados pela tristeza e a raiva por terem perdido seu líder. Em perfeita sincronia, eles também voltam seu olhar para o gigante em seguida, seus corações pulsando com ódio.

Um deles estica a mão e aponta o dedo para Cyttorak. Então ele lança um grito e isto é um sinal para que todos avancem contra o gigante. O galeão treme ante o avanço dos escravos sobre o Berserker.

Off: A primeira ação é sua.


Status:
 


Morto:

Olívia demonstra surpresa com a reação do Cavaleiro, retirando sua mão. Quando ela fala, sua voz é cheia de dúvida.

- Morto, eu não sei por que vc acha que eu posso curar o seu veneno. Eu nem mesmo despertei meu cosmo ainda...

O Cavaleiro olha para trás, pensando em dizer algumas palavras a seu derrotado, mas Nachi já havia partido logo após seu comentário, deixando Morto e sua amada novamente a sós. Assim, o Morto-Vivo olha novamente para sua amada, e se surpreende ao ver que ela havia retirado a sua máscara, contrariando uma lei emplementada pela própria deusa Athena. Agora a Amazona teria que matá-lo, ou...

Olívia era uma mulher muito bonita. Se Afrodite visse aquele rosto, provavelmente sentiria inveja. Com lágrimas nos olhos, ela se aproxima de Morto e o beija, sem se importar que seus lábios macios estivessem tocando a pele tão fria do cadáver.

- Por favor, me deixe ir com vc. Se é para um de nós arriscar a vida nessa missão suicída, eu quero estar lá para morrer do seu lado de for preciso.

O corpo dela era tão quente que fazia o Cavaleiro se lembrar de como era estar vivo. Suas curvas eram tentadoras, assim como a cor de seus olhos. Quando Morto tenta partir, ela o segura pelo braço. Precisava de uma resposta mais concreta após sua declaração.


Status:
 


Aléxia:

- Depois que o nosso vilarejo foi destruído, eu vaguei sozinha pelo mundo. Era apenas uma criança assustada, sem ninguém... Acabei capturada por humanos perversos e sendo exposta em um tipo de circo como se fosse um animal exótico. Foram os soldados do Lorde Tsukoyomi que me libertaram, e desde então eu venho o servindo como forma de agradecimento. Devo tudo ao deus-sol.

Para as duas guerreiras tão ágeis é muito fácil transpor aquela montanha. Começou com uma trilha estreira e escorregadia, depois uma subida íngreme, e por último uma pedreira que um humano comum jamais escalaria. E após tantos obstáculos, as duas finalmente chegam à entrada do palácio de Lady Amaterasu.

Era um lugar obscuro, onde ninguém em sã consciência entraria por vontade própria. A noite governava ali, deixando a luz do dia bem distante. O pátio de entrada era vasto e repleto de estátuas sem cabeça ou sem outros membros. Mas o que havia mesmo de notável naquele lugar eram os portões vermelhos adornado por dragões de ouro. Não pareciam feitos para humanos ou seres qualquer, tão grandes eles eram.

Duas criaturas de aspecto demoníaco guardavam a entrada. Ambos eram muito similares: dois humanoides robustos vestindo uma tanga, com grande cabeleira branca e o chifre de marfim no centro da testa. A única diferença se encontrava em suas cores, um era tinha pele azul enquanto outro tinha pele vermelha.

Nem foi preciso interagir com essas criaturas para que a entrada das duas fosse permitida, os dois empurraram os portões, dando passagem para que as duas entrassem naquela verdadeira ruina, onde são recepcionadas por um guerreiro com uma espada que parecia grande demais para alguém do seu tamanho. A lâmina era realmente enorme.

- Morrigan! Mas que prazer vê-la aqui. Minha nossa, se me permite dizer, vc está linda.

O homem era oriental, de cabelos negros curtos. Vestia uma armadura preta intimidadora, mas tinha um jeito muito gentil. Pelo menos para Morrigan, que sorri sem jeito com o elogio.


Status:
 

Aiden:

Mesmo suspeitando que o Troll se aproximava, o Marina segue em frente, sempre muito atento, na defensiva. Com os passos silenciosos como os de um felino, ele chega até o segundo andar, onde surge em um grande aposento repleto de joias e tesouros do mar.

Naquele quarto, havia um homem, que andava agitado de um lado para o outro, atirando roupas e ouro em uma sacola feita de escamas. Estava de costas, por isso ainda não havia percebido a aproximação de Aiden. Mas mesmo não vendo o rosto dele, o Marina podia reconhecê-lo.

Aquele era Laimion, o rei-tritão de Sirenia. Ele aparentava ser um humano forte, mas algumas partes de seu corpo possuíam escamas, e no pesçoco ele tinha guelras. Seus cabelos cinzas encobriam suas costas.

Pelo o que ele estava fazendo, era óbvio que planejava uma fuga.


Status:
 


Pantheras:

O Espectro finalmente chega à terra do onde o maldito sol nasce, espulsando as belas sombras que a noite trás consigo. Porém, eram já 2h da manhã, o que permitia que ele vagasse pelas ruas em sua Suplice com toda a liberdade.

A cidade estava mesmo deserta, de modo que nem as casas de show, os bordéis ou os comércios que viviam do pernoite se encontravam abertos. Sem dúvida aquela era uma atmosfera muito suspeita. Todas as luzes, inclusive as dos postes, estavam apagadas, fazendo parecer que a cidade estava passando por um blecaute.

Mas alguns instantes depois, o Espectro nota que não está completamente sozinho. Um casal de orientais de meia idade se aproximava da calçada, conversando exaltados.

- Viu só o que vc fez? Graças a sua demora naquela maldita loja nós perdemos o último ônibus. Agora temos que voltar a pé pra casa por essas ruas perigosas!
- Não me diga que vc acredita mesmo nesses boatos? Ora essa! Vc acabei me casando com um covarde.

As sombras abundantes não permitiram que eles vissem o Espectro, assim como não permitiram também que vissem os dois vultos enormes que se aproximavam em silêncio. Quando Pantheras olha, vê dois monstros parecidos com homens muito grandes. Um tinha a pele albina, enquanto o outro tinha um tom esverdeados. Como dois seres brutais, eles pulam sobre o casal, rasgando suas peles com garras e devorando suas carnes com presas enormes. Outros três começam a se aproximar, loucos por um pedaço daqueles humanos mortos.

Eles ainda não haviam percebido o Espectro, mas começam a farejar o ar como se houvessem notado algo próximo.


Status:
 


Antares:

Kanon sustenta o olhar servero contra a Marina, de um modo que nem as primeiras palavras dela pareciam ter surtido efeito. Ele se aproxima mais, colocando-se a poucos centímetros de distância. Antares media em seu peito.

- Se acha isso, por que não troca de lugar com ele? Agora cale-se e aprecie o espetáculo.

No entanto, a Marina diz mais algumas palavras, só que desta vez o que ela diz abala Kanon de tal modo que ele estremece e aquele sorriso maligno se desfaz.

- Lorde Susanoo. Não é a primeira vez que ouço este nome.

Kanon leva a mão ao queixo e reflete por um instante, para logo em seguida Antares notar que o sorriso maligno e o ar de arrogância retornam.

- Já me lembrei. Uma vez uma mulher de terras orientais me pediu permissão para entrar no território de Sirênia para negócios. Ela apresentou-se como Asuka de Gueixa, uma Assassina de Elite do Lorde Susanoo. Este título é bem similar ao deste verme. Mas na época eu nada sabia, então permiti seu trânsito livre pela cidade. Agora entendo quais eram seus tipos de negócio.

Kanon sai do seu modo pensativo e volta a ollhar para Antares com autoridade.

- Antares de Raia-Manta, quero que vc vá até Sirênia imediatamente. Um outro Marina está em missão por lá. Vc deve encontrá-lo para que os dois partam para o Japão e me tragam a cabeça desta mulher e do Lorde Susanoo. Se falharem, pode apostar que será a cabeça de vcs que eu passarei a cobiçar. Entendido?


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